quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
domingo, 13 de dezembro de 2009
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
José Eduardo dos Santos quer combater a corrupção? ih ih ih ih ih


É a trágico-comédia da política angolana em mais uma versão.
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Notas sobre a luta dos professores

"
Bom...
vamos por partes...
1) tivemos a Maria de Lurdes, o Valter Lemos, o Pedreira.... e o Sócrates... ora, isso tudo foi-se?
Não... aliás o líder é o mesmo, ou seja, não vamos esperar milagres, ok?
2) No parlamento há uma nova realidade- governo perdeu maioria. O acordo PS / PSD nesta materia penso (eu, JP) que foi, em parte, positivo porque permitiu ter a garantia que o "actual" tempo de serviço, destes 2 últimos anos é contado direitinho. Tudo o resto interessa zero!
3) As negociações que estão a decorrer são sempre à 4ª feira e vai estar em cima da mesa o estatuto e a avaliação, bem como a formação e outros assuntos.
4) Até ao momento temos duas propostas do ME, sendo que ambas são ainda declarações de intenções, ainda longe do articulado legal
- Estatuto / Carreira (pdf)
- Avaliação (pdf)
5) Sugiro que leiam os documentos - são breves e permitem perceber melhor o que o ME pensa.
6) Nós, FENPROF, também temos uma proposta:
7) Em síntese, o ME acaba com a carreira dividida em categorias, acaba com o nome titular, mas quer criar 3 barreiras com quotas e vagas - 3º, 5º e 7º escalões.
A carreira, antes de 26 anos até ao topo, passa a ser de 35 anos, dividida em escalões de 4 anos. Aqui, claro, ficamos a perder e muito!
Diria que a postura negocial é outra, mas a proposta é pior. O fim dos titulares é uma medida positiva, as vagas e as quotas nem pensar.
8) Quanto a avaliação, temos um sistema de formação + tempo de serviço + objectivos de escola.
Quando chegar o momento de concorrer ao 3º 5º ou 7º teremos que ter aulas assistidas.
Vamos todos continuar atentos, comecem a ver na agenda um dia para voltar a encher Lisboa... porque isto vai ser duro... Para terem uma ideia, andei a ver uns números. Há 32 mil profs à porta do "novo" terceiro escalão. O maior salto salarial é do 6º para o 7º.... percebem agora porque é que eles querem aí as vagas? Para poupar, pois claro.
Mas... um professor custa ao longo da carreira de 40 anos 1 milhão e trezentos mil contos... isso, no meio de qualquer sucata, de qualquer BPP ou BPN ou... Mota-Engil, ou... são trocos...
Mas, a argumentação vai ser por aqui: os professores custam muito dinheiro e estamos em tempo de crise...
Nota final: e o que fazer nas escolas onde tem que se entregar objectivos "agora"?
NADA - só a burrice de alguém pode pensar que pode exigir a entrega de objectivos para um processo que sabe, está MORTO e enterrado...
sugiro a leitura do ponto 4 da proposta do ME a quem tiver dúvidas:
Se o Director continuar a insistir e na impossibilidade de o colocar no canto da sala, reafirmo: não entregues porque nada irá acontecer. Se isto era verdade há um ano, muito mais é agora!
Paulo Silva
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Mais 30.000 para o atoleiro do Afeganistão

Obama vai mandar mais 30.000 soldados para o Afeganistão. Afinal depois de seis anos de guerra contra os talibans só fez nascer mais talibans. Afinal seis anos de luta contra a corrupção só fizeram pôr no governo o corrupto maior. Afinal seis anos de luta contra a produção de droga só fizeram aumentar ainda mais a respectiva produção…
Mas que grande incompetência !!!
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Suspirai, finalmente o Tratado de Lisboa

Finalmente.
Cerca de cinco anos, que canseira (!!!), depois entra hoje em vigor o Tratado de Lisboa. Depois de inúmeros ziguezagues para retirar os povos do direito de opinar, depois de impedir referendos nuns países e obrigar a realizá-los noutros até que dessem voto sim, depois de revisões constitucionais para permitir referendos que nunca se realizaram, depois de imensas promessas e chantagens aos povos…
Cinco anos depois o povo continua sem conhecer o Tratado.
Eis a burguesia europeia no seu melhor. Eis os que tudo fizeram para impedir a democracia mesmo a mais elementar, a burguesa; eis o que atrelaram a Europa à NATO e nos consagraram o direito a procurar emprego – não o direito ao emprego…
Perante um poder europeu a esquerda faz bem em apresentar uma alternativa europeia de poder anti-capitalista. Que não haja dúvidas e acabe a cegueira dogmática: a contradição entre o Estado nacional e o imperialismo não é a contradição principal – a contradição fundamental é cada vez mais entre o trabalho e o capital. O nacionalismo só alimenta o conservadorismo – em França alimentou o Le Pen. A esquerda e os comunistas em particular têm uma outra referência: o internacionalismo!
A cantiga é uma arma
" Para quem viveu o 25 de Abril, as vozes dos nossos cantores de intervenção continuarão sempre vivas como suaves e doces memórias dos tempos da Revolução. No entanto perdeu todo o sentido para quem nasceu depois. É necessário e um dever nosso continuar a ouvir e a recordar estes cantores, não apenas em efemérides, mas procurando corrigir a ausência de uma ponte de ligação à geração que se seguiu ao 25 de Abril, que alguém esqueceu de construir (...) "quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Minas anti-pessoais: Nobel da Paz segue Bush
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
sábado, 7 de novembro de 2009
Um novo símbolo para as próximas autárquicas

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

" Dia 10 de Novembro, das 18h00 às 20h00, debate na Faculdade de Letras de Lisboa (Anfiteatro 3) sobre a obra "Materialismo e empiriocritismo", de Lenine, editada em 1909. Entrada livre. Participarão os professores José Croca e Eduardo Chitas, respectivamente da Faculdade de Ciências e da Faculdade de Letras da Universidade Lisboa. O moderador será José Barata-Moura, professor catedrático da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. "
saiba mais em resistir.info
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
“Lulocapitalismo”

"O melhor feitor é o ex-escravo". Essa máxima, nascida nas trevas da opressão escravocrata, conserva até hoje o seu conteúdo terrível. A permanência de seu prazo de validade pode ser observada em distintas eras e situações. Na vasta literatura sobre os tribunais do Santo Ofício, por exemplo, os "cristãos novos" se destacavam na linha de frente entre os inquisidores mais eficientes e cruéis.
A razão que confere substância para tão trevosa sabedoria é simples. O convertido sempre trabalha dobrado pela causa que passa a adotar. Atua com desassombro, pois conhece as secretas debilidades, as inseguranças e os grandes receios do lugar de onde saiu. Por outro lado, precisa mostrar serviço e provar lealdade aos donos do pedaço onde passa a atuar de maneira resoluta e deslumbrada. São elementos que explicam a extraordinária eficácia do convertido e, ao mesmo tempo, o lugar da cooptação na mecânica de reprodução do poder e na "circulação" das elites dominantes.
O professor Delfim Neto, figura que dispensa apresentações, produziu, em entrevista de página inteira no caderno de Economia de "O Globo" (domingo, 20/9), um rasgado elogio ao presidente Lula que, sem sombra de dúvidas, se situa no contexto das reflexões dos parágrafos acima. Ele afirma, com todas as letras estampadas na manchete que define o ponto central da entrevista, que "o Lula mudou o país de forma a salvar o capitalismo". Não se observa na frase, tampouco no seu entorno, qualquer sinal de deslocamento irônico ou sarcasmo, recursos habituais no arsenal do autor. Pelo contrário, há até um tom solene no elogio, que parece vazado nas tintas da sinceridade.
No entanto, o entusiasmo do Delfim com o "lulismo" adquire na entrevista um significado preciso. Perguntado se veria contradição em um governo eleito com as bandeiras da esquerda, que até se dizia socialista, salvar o capitalismo, responde de maneira categórica: "a última coisa que este governo fez foi opor-se ao capitalismo. E muito menos ser marxista, ou outra coisa". Ao responder sobre a relação entre as críticas que o PT lhe fizera no passado e sua atual condição de conselheiro do Lula, ele recupera o seu habitual irônico e mordaz para tripudiar: "basta olhar os meus trabalhos desde 1954, quando saí da escola: não mudaram muito. Mas a esquerda mudou. Ela demora, mas aprende".
Ao criticar a "mitologia do mercado perfeito" e dizer que "não há mercado sem Estado forte, justamente para garantir o seu funcionamento", ele sugere uma roupagem nova, distinta da estreiteza do neoliberalismo puro e duro, para garantir a reprodução dos interesses dominantes. Apóia com entusiasmo as propostas gestadas nos laboratórios do governo para o enfrentamento da crise atual, talvez por identificar nelas fortes afinidades com a restauração conservadora conduzida por ele próprio ao tempo da ditadura militar. Sempre sagaz, ele não diz isso diretamente, mas o observador atento pode deduzir. Basta observar o noticiário fragmentado sobre a inusitada movimentação no "andar de cima" da sociedade brasileira.
Fusões gigantescas, incorporações abruptas, mega-negócios, reconfigurações as mais variadas, tipo Itaú/Nacional, Perdigão/Sadia, Oi/Telemar, Friboi e tantos outros, são elementos de um processo violento que está em curso. O coral dos contentes insiste em apontar para a "marolinha" na superfície, mas se observa um abalo tectônico nas camadas profundas: uma mudança vertiginosa na morfologia do capitalismo brasileiro.
Em cada passo desta trajetória ainda subterrânea, o dedo do Estado como sócio do capital monopolista está presente. Manipulando normas, alterando legislações e direitos que possam restringir a liberdade dos capitais, financiando via BNDES, operando via fundos de pensão.
Além de outras, essas são algumas das razões do entusiasmo de Delfim Neto com o "lulocapitalismo"
Léo Lince é sociólogo
Artigo do Correio da Cidadania
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
[O descalabro da URSS] Como foi possível?
Miguel Urbano Rodrigues narra no seu "O Diário" a sua mais recente e "dolorosa" visita a Moscovo. Em determinada altura pergunta: Como foi possível? Aí está uma boa pergunta. Uma pergunta à qual muitos têm fugido tratando de, tendencialmente, reduzir o assunto a um bando de traidores. Com leitura recomendada.
domingo, 6 de setembro de 2009
segunda-feira, 27 de julho de 2009
Operários matam director na China "comunista"
quinta-feira, 16 de julho de 2009
Os gatos e o Sócrates

segunda-feira, 13 de julho de 2009
Mais ocupantes, mais mortos!

"O número dos militares britânicos mortos no Afeganistão – que, desde o final de 2001 já chegou aos 184 - já é superior ao do Iraque (179), revelou o Ministério da Defesa britânico (MoD)".
Já depois desta notícia soube-se que "Quatro soldados americanos morreram ontem na explosão de vários engenhos armadilhados no Sul do Afeganistão, naquele que é o pior revés sofrido pelas forças dos EUA desde o início, há dez dias, de uma operação terrestre em grande escala no Sul do país", segundo relata o jornal Público.
Ou seja, o aumento das forças ocupantes está a resultar em aumento de mortos ocupantes. E agora foram mais portugueses para lá... O que mostra como a santa aliança do regime funciona bem!
sexta-feira, 3 de julho de 2009
Os “cornos” do Pinho
sábado, 27 de junho de 2009
Os milhões da vergonha do BCP
A pouca vergonha atingiu mesmo as mais altas figuras da elite burguesa. Agora foram 5 ex-gestores do BCP a ser acusados de burla qualificada (claro, todos senhores doutores da mais fina formação), falsificação de documentos e manipulação de mercados.
Estes rapazes apenaas ampliaram os seus prémios em 24 milhões de euros, apenas sacaram 291 milhões em participação de resultados, apenas provocaram prejuízos de 600 milhões e só num dia as suas off-shores transacionaram metade das acções do BCP negociadas em bolsa.
Coitadinhos, tão bons rapazes!
imagem do blogue conselho de ministros
sexta-feira, 12 de junho de 2009
quarta-feira, 10 de junho de 2009
quinta-feira, 4 de junho de 2009
terça-feira, 2 de junho de 2009
Chamem a polícia!

“Algumas corretoras portuguesas, de grande dimensão, queixam-se de que a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) tem vindo a fazer uma actuação inspectiva excessiva”. Dizem os rapazes que “a presença excessiva da CMVM afasta os investidores, designadamente fundos de investimento”. Olha que chatice!
Esta coisa de ter a “polícia” a olhar para os negócios, muito “honestos”, daqueles rapazes é chato. É mesmo muito chato.
Eles coitadinhos ficam envergonhados de ter a polícia ao pé. Eles são mesmo pessoas muito envergonhadas, coitadinhas.
E não se queixam ao Paulo Portas? Ele quer sempre pôr um polícia em cada esquina! Por causa dos ladrões, diz ele.
Não é que a polícia da CMVM valha de alguma coisa, dizem que é especialista a deixar passar os negócios como os do BCP, do BPP ou do BPN. Tiraram o curso no Banco de Portugal.
Mas é chato.
segunda-feira, 18 de maio de 2009
Obama começa a recuar
Mas elas já foram divulgadas no site australiano e podem ser vistas aqui.
segunda-feira, 4 de maio de 2009
Só saio de presidente quando for velhinho?

Prémio "só saio de presidente quando for velhinho" para o presidente da Câmara de Benavente, António José Ganhão, que considerou "ser sua 'obrigação' disponibilizar a experiência acumulada ao longo de 30 anos à frente da autarquia, submetendo-se a novo escrutínio dos eleitores nas autárquicas agendadas deste ano".
















