quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

Chávez reage à mensagem de Cavaco Silva


Cavaco Silva manifestou a sua apreensão pelos desníveis salariais existentes entre gestores de empresas e os salários médios de trabalhadores. A mensagem de ano novo do presidente teve amplo eco popular expresso no “jornal da caserna proletária” e na rádio “tretas para enganar o povo”. A notícia que a seguir desenvolvemos teve impacto até em Hugo Chavez.
O desenvolvimento:
Satisfeitos porque Cavaco Silva aprendeu alguma coisa com o populismo (ou será influências da primeira dama numa inspiração de Evita Perón) Belmiro Azedo terá sugerido que Cavaco se lembre de que há uma coisa chamada salário mínimo. Belmiro, que se mostrou indignado com os protestos das associações empresariais por causa de uns magros 23 € de aumento do salário mínimo, apelou à acção de Cavaco.
Analistas conceituados dizem que é natural este cheirinho de esquerda de Cavaco, de tempos a tempos, pois é influenciado pelas personalidades que o apoiaram e que já decidiram baixar os seus salários em 98% para ficar ao nível do salário médio.
Segundo o conceituado “jornal da caserna proletária” os cidadãos exemplares serão Filipe de Botton, Paula Teixeira da Cruz, Belmiro de Azevedo, Miguel Cadilhe, Medina Carreira, Barbosa de Melo, Leonor Beleza, Cruz Vilaça, Baião Horta, Eduardo Catroga, Anacoreta Correia, Lobo Xavier, Proença de Carvalho, Miguel Beleza, Cardoso e Cunha, Manuela Ferreira Leite, Nogueira de Brito, Maria José Nogueira Pinto” entre muitos outros.
Entretanto, segundo a rádio “tretas para enganar o povo”, “inspirado em Cavaco Silva, Belmiro Azedo decidiu triplicar o salário dos funcionários. Belmiro prometeu aos microfones desta rádio que “em 2999 o salário dos privilegiados trabalhadores da Modela e Continenta estarão ao nível do salário médio e o horário de trabalho será reduzido para 6 horas diárias”.
Cheio de ciúmes, Hugo Chávez diz que lhe andam a roubar as ideias e parece querer reclamar para a injustiça nacional.

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